Sucesso nos anos 90
EDIZIONE CINQUE AUTOCTONE
Fui "apresentado" a esse vinho graças ao Paulo Waack numa viagem que fizemos para Blumenau no Reveillon 2007/2008, que durou 15 horas por conta de um acidente envolvendo uma carreta, mas essa saga cujo tempo de estrada daria para chegar na europa de avião, fica para outro post.
Sobre o Edizione Cinque AutoctoneÉ um vinho muito particular, produzido com a fusão de 5 vinhedos autóctones* de duas importantes regiões italianas, Abruzzo e Puglia. O resultado é muito impressionante e reforçado, ainda mais, pela ausência de filtragem.
-Uvas utilizadas: Montepulciano, Primitivo, Sangiovese, Negroamaro e Malvasia Rossa.
-Área de produção: Colonnella e Ortona, em Abruzzo e Sava e San Marzano, na Puglia.
-Apresenta teor alcoólico alto (14 %).
-Pode ser consumido jovem, mas tem capacidade para envelhecimento (de 8 a 10 anos).
-Visualmente um vinho tinto cor vermelho granada muito intenso.
Importante
O Edizione não pode ser classificado como DOCG, DOC ou IGT**, pois é produzido com uvas de mais de uma região italiana e não existe regulamentação específica para este caso...
Para ResumirSegundo a Associação Italiana de Sommelier, o Edizione Cinque Autoctoni é classificado como um vinho de mesa, não é um produto histórico (está no mercado há oito anos), não é típico, não apresenta uma clara identificação a um específico terroir, não pode ser usado para representar a realidade dos vinhos de Abruzzo, sendo produzido por uvas cultivadas em mais de uma região italiana.
É um vinho "simples", mas SURPREEENDENTEMENTE BOM. Ponto.
No guia de vinhos italianos da associação, chamado Duemilavini 2009, o Edizione Conque Autoctoni, ganhou pontuação máxima.
*aquele que é natural de uma dada região
**Todas as garrafas de vinhos italianos carregam uma das seguintes denominações :
V.D.T. Vino da Tavola, ou " vinho de mesa" é uma classificação usada para referir-se de forma unânime tanto para vinhos básicos como para vinhos muito caros. Alguns dos mais dinâmicos produtores da ultima década tentaram de desenvolver melhor a qualidade e não desejavam estarem presos pelas regulamentações tradicionais existentes - fazendo assim o aparecimento dos vinhos mais caros com denominação V.D.T. . Mais recentemente os órgãos que regulamentam a produção dos vinhos mordenizaram suas atitudes fazendo que muitos vinhos de qualidade se tornassem também vinhos de classificação I.G.T. ou D.O.C.. Vinhos V.D.T. normalmente não apresentam as regiões de produção ou a informação da variedade de uva utilizada na sua produção nas etiquetas, sendo possível em cantinas italianas a compra de "vinhos de mesa" a granel . Um vinho V.D.T. não implica em nenhum caso um vinho de baixa qualidade, mas sim um grau extra de anonimato !
I.G.T. Indicazione Geografica Tipica é um vinho de origem regional . Muitos vinhos, dos mais simples aos de alta qualidade carregam a classificação I.G.T.
D.O.C. Denominazione d'Origine Controllata é a mais freqüente classificação usada para vinhos de qualidade superior por causa da especificação da área de produção (permitindo o reconhecimento de municípios individuais, províncias até de vinhedos individuais) junto com a variedade da uva e o dever de obedecer um conjunto especifico de regras (do que fazer e o que não se deve fazer ) oficiais.
D.O.C.G. Denominazione d'Origine Controllata e Garantita foi originalmente concebido como um tipo de "super-conjuntos" de D.O.C., com a intenção de identificar as melhores classes de vinhos. Esta provou ser uma estratégia falha porque todos os vinhos que atendem as regulamentações descritas para sua fabricação são classificados como D.O.C.G.. Obviamente, nem todos vinhos são igualmente bons, mas as regulamentações são realmente rigorosas e tem certamente melhorado a qualidade de forma geral . Todos os vinhos D.O.C.G. carregam uma etiqueta de papel no gargalo da garrafa, de coloração rosa para vinhos tintos, verde claro para os vinhos brancos e uma laranja claro para os espumantes, contendo informações indicando a sua autenticidade.
VINHO QUEBRA-CABEÇA
A idéia é simples, mas divertida: uma garrafa de vinho em tamanho real e feita de madeira maciça. Tudo normal se não fosse um quebra-cabeça. Acredito que o tempo de montagem é inversamente proporcional ao número de taças degustadas. De qualquer jeito é um belo presente para quem gosta de um bom vinho. Seu preço nos Estados Unidos é US$ 19.99.
COPOS DE CERVEJA (CALDERETA)
CALDERETA
Comumente visto servindo chope em algumas choperias, o caldereta é versátil e pode ser utilizado para English e American Ales e também para algumas lagers escuras e IPAs. Por comportar um volume um pouco acima de 300ml, é uma alternativa mais adequada do que outros copos genéricos, portanto uma boa opção para se ter em casa quando não se pode ter os diversos estilos recomendados. Também leva o nome de Shaker.
Comumente visto servindo chope em algumas choperias, o caldereta é versátil e pode ser utilizado para English e American Ales e também para algumas lagers escuras e IPAs. Por comportar um volume um pouco acima de 300ml, é uma alternativa mais adequada do que outros copos genéricos, portanto uma boa opção para se ter em casa quando não se pode ter os diversos estilos recomendados. Também leva o nome de Shaker.Copo tipo CALDERETA em ação!
A ORIGEM DO MUNDO?
MonaLisa, também conhecida como La Gioconda, é a mais conhecida obra de Leonardo da Vinci. O quadro apresenta uma mulher com uma expressão introspectiva e um pouco tímida. Seu corpo representa o padrão de beleza da mulher na época de Leonardo. Parece que os tempos são outros mesmo....
MonaLisaEste quadro é provavelmente o retrato mais famoso da história da arte. Poucos são tão controversos, valiosos, elogiados ou reproduzidos. Leonardo começou o trabalho em 1503 e terminou-o três ou quatro anos depois. Imagino que seja por isso que ela apresente uma carinha meio cansada. A pintura a óleo sobre madeira de álamo encontra-se exposta no Museu do Louvre em Paris, e é sua maior atração.
Mas quem vai à Paris tem a oportunidade de visitar diversos monumentos e museus. Além do Louvre, o Museu de Orsay é uma boa pedida.
No Museu de Orsay vale o destaque para o pintor francês Gustave Coubert e sua famosa pintura "A Origem do Mundo":
Mas que mundo é este? Acredito que este quadro poderia ter vários outros nomes, alguns de difícil divulgação neste espaço. Mas o nome dado até pode ser considerado razoável, afinal, a consciência do mundo tem origem na vida, cuja origem é o ventre materno. Mas será que foi isto que este maluco pensou? Acho muito engraçado ver pessoas discutindo qual era a intenção do artista, o que o quadro representa e coisas assim. Mas este já é um outro tema, objeto de um Post que será feito pelo Prof. Dr. Maurício França.
Por enquanto, cabem as perguntas:
1) Por que razão este quadro não é tão valioso ou famoso quanto a MonaLisa? Certamente foi o que mais me chamou a atenção quando visitei o Museu de Orsay em 2007. A reação de algumas pessoas quando me viram tirar fotos deste quadro deve ser a resposta para este enigma....
2) Que nome vocês dariam a esta obra? Na linha do título original eu pensei em "A Origem do Submundo", ou ainda "Um Mundo de Pernas Abertas". Mas, como sou razoavelmente simplista e de pouca capacidade de abstração, acredito que o melhor mesmo seria "Barrigudinha Peluda"... Acho que foi isto que o artista realmente captou neste quadro em que retratou a tataravó da Claudia Ohana.
E a MonaLisa....."Mocréia Cansada de Cabelo Lambido Que Te Olha de Um Lado Para o Outro"
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JARNO TRULLI
O piloto italiano Jarno Trulli, a exemplo dos seus demais colegas, celebra as conquistas na Fórmula 1 com borbulhantes jorros de champagne. Essa, porém, é apenas a vontade dos patrocinadores, não a dele, que se pudesse escolher festejaria com outro vinho, certamente um Montepulciano d'Abruzzo da vinícola Podere Castorani. Seria uma excelente oportunidade de exibir ao mundo o produto da atividade que desenvolve quando não está ao volante do seu F1. A Podere Castorani pertence à família e ele é uma espécie de embaixador da empresa, divulgando os rótulos pelos centros que integram o glamouroso circuito do campeonato automobilístico.
Tornou-se comum a presença de celebridades entre os produtores de vinho. O silêncio das caves é um refúgio para a exposição a que certas carreiras obrigam, e há a natureza prazerosa do trabalho e a sofisticação dos resultados. Gerard Depardieu, Mick Jagger, Robert Redeford, Olívia Newton-John, Bob Dylan, Cristopher Lambert, George Lucas, Ed Harris e Sam Neil são alguns exemplos. O mais famoso, entretanto, é o de Francis Ford Coppola, que utilizou parte dos lucros da série O Poderoso Chefão III para adquirir a Inglenook, lendária vinícola do Napa Valley (Paulo Waack falará mais a respeito em breve), responsável pela introdução na Califórnia de variedades francesas como a Cabernet Sauvignon e a Merlot.
No caso de Trulli, o vinho já circula pelas veias da família há gerações. Entre as memórias de infância do piloto, estão as brincadeiras nos vinhedos e adegas da vinícola do avô, Gaetano. A Podere Castorani foi adquirida por ele e seu pai, Enzo, em 1998. São 35 hectares de vinhas na comunidade de Allano, em Abruzzo, região próxima a Roma. Com grande valor histórico (data de fins do século XVIII), a propriedade encontrava-se em franco declínio, exigindo um significativo investimento na recuperação das plantações e na instalação da nova cantina. Predominam as uvas clássicas do lugar, a Montepulciano e a Trebbiano d'Abruzzo, mas reservou-se uma parte da área para experimentações com outras cepas. O método utilizado nos vinhedos é o orgânico, sem adubos nem herbicidas ou pesticidas químicos.
A elaboração dos vinhos está confiada ao experiente enólogo Luca Petricelli e com uma produção de 400 mil garrafas anuais, abrange tintos, brancos e rosados, distribuídos pelas duas linhas principais, a Castorani e a Jarno, com envelhecimento, respectivamente, de 12 e 18 meses em barricas de carvalho. A reputação conquistada por Trulli no mundo esportivo foi, com certeza, a chave que escancarou mercados importantes como o inglês, o canadense, o japonês e o norte-americano, mas, como ele mesmo ressalta, só isso não basta. "Nós podemos vender inicialmente pela minha imagem, mas se o produto for ruim não terá continuidade. Precisamos, por isso, levar a qualidade aos limites."
BOHEMIA OAKEN
Aproveitando o aquecimento do segmento das cervejas especiais no Brasil, a marca de cervejas Bohemia entra no embalo do mercado e lança sua mais nova cerveja: Bohemia Oaken. A primeira do Brasil maturada com chips de carvalho.
Receita de Luciano Horn, mestre-cervejeiro da AmBev, a Bohemia Oaken é uma edição especial maturada com chips de carvalho francês, produzida com lúpulo inglês e maltes torrados europeus. Possui coloração acobreada, com espuma cremosa de média formação. Desperta no olfato aromas frutados e herbáceos, remetendo a notas de caramelo e madeira. Seu corpo é suave, de paladar levemente adocicado, baixo amargor, seca e pouco persistente ao final.
A Bohemia Oaken chega para ampliar a família da marca, atualmente composta por: Bohemia Pilsen, Bohemia Escura, Bohemia Weiss e Bohemia Confraria. ACABEI de degustar e achei MUITO BOA!!!
Provei e aprovei!
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Cerveja
GP BRASIL
Começaram os preparativos...
Quem leva?
Apesar da minha torcida, a foto abaixo descreve o cenário.
Mas mesmo assim, vamos torcer por Rubinho!!!
BOLACHA BACANA
Para comemorar o primeiro lugar do Brasil nas eliminatórias para a copa 2010
(espero que o Paraguai não vire o jogo que está 2x0 aos 43:22 do segundo tempo e acabe com esse post)
COPOS DE CERVEJA (CANECA)
CANECA


Muito usada para servir chope ou cervejas vendidas na pressão. Podem ter vários tamanhos e formatos, mas normalmente são robustos, de vidro grosso, e algumas têm até apoio para o polegar na alça, para ajudar com o peso do copo+cerveja. Também podem ser de cerâmica e metal, mas para degustações, prefira as de vidro mesmo, maior garantia de não influenciar no sabor da cerveja.
Copo tipo CANECA em ação!
DEGUSTAÇÃO DE CERVEJAS
Agora vou explicar aos nobres cavaleiros de nossa távola como saborear o nosso precioso liquido!
Já ganhei meu prêmio então vamos ao que interessa:
A DEGUSTAÇÃOApresentamos abaixo as etapas para que você faça uma correta degustação e, para que tire um maior proveito dos conceitos e possa praticar em casa ou com os amigos.
1. Análise Visual
Em qualquer experiência gastronômica, o primeiro contato é o visual. No universo da cerveja não é diferente. Portando, olhe para sua cerveja e comece a namorá-la.
O que devemos levar em consideração:
A Cerveja em si
- Coloração: Ela é amarela ouro? Vermelha cor de rubi? Totalmente escura?
- Transparência: Sua cerveja é totalmente transparente? Ou tão opaca que você não vê através dela?
- Limpidez: É um liquido límpido e brilhante? Ou possui resíduos em suspensão?
A Espuma
- Formação: Ela é bem formada? Aerada, com bolhas grandes? Densa, com bolhas finas?
- Persistência: Quando você serve sua cerveja, a espuma se forma e logo em seguida já vai embora ou fica por ali até seu copo terminar?
- Coloração: Existem espumas brancas, passando pela cor de creme, até as marrons.
2. Análise Olfativa
Mais de 80% das sensações de gosto são percebidas pelo olfato. Aqui, percebemos e associamos os aromas da cerveja com outros alimentos e aromas.
A seguir algumas famílias aromáticas e seus exemplos:
- Florais: violeta, jasmim, margarida
- Herbáceos: capim, palha, grama
- Frutados: pêssego, abacaxi, maçã, amoras, banana
- Especiarias: cravo, pimenta, noz-moscada
- Tostado: café, chocolate, madeira
- Adocicados: baunilha, caramelo
- Nozes: amêndoas, castanhas
- Balsâmicos: eucalipto, pinho, vinagre
- Herbáceos: capim, palha, grama
- Frutados: pêssego, abacaxi, maçã, amoras, banana
- Especiarias: cravo, pimenta, noz-moscada
- Tostado: café, chocolate, madeira
- Adocicados: baunilha, caramelo
- Nozes: amêndoas, castanhas
- Balsâmicos: eucalipto, pinho, vinagre
E ainda:
- Complexidade Aromática: Você sente somente uma família ou sua cerveja lhe apresenta várias?
3. Análise Gustativa
Diferente do vinho, onde para sentirmos os taninos devemos bochechar a bebida, na cerveja o que nos interessa principalmente é o amargor. Para degustar, devemos mandá-la direto para o fundo. A famosa golada. E é no palato que concluímos nossas sensações de gosto e também as percepções físicas.
O que devemos observar:
O que devemos observar:
- Gosto: doce, salgado, amargo, azedo
- Sensações Físicas: acidez, adstringência, corpo
- Equilíbrio: Essas sensações estão em harmonia entre si? Ou algo se destaca mais do que o resto? Em uma cerveja equilibrada, os elementos acima devem estar em harmonia.
- Complexidade Gustativa: Ela é complexa na boca? A cada gole você descobre novas sensações ou simplesmente é nítido e pronto?
4. Análise Final
Sua cerveja foi embora sem dar tchau ou permanece ali por alguns segundos ou até minutos? E, ao final, você gostou e aprovou a cerveja? Como foi essa experiência?
Temos os seguintes itens para serem avaliados:
Temos os seguintes itens para serem avaliados:
- Retro-gosto: Após ingerir a cerveja, quando você expira sente seus aromas novamente? Se sim, essa é percepção do retro-gosto.
- Persistência Aromática: Quanto tempo ainda fica sentindo os aromas da cerveja no palato? Pode ser desde o fúgido e ligeiro até o muito persistente.
- Equilíbrio Harmônico: O conjunto visual, olfativo e gustativo estão em harmonia? Ou no nariz ela se apresenta muito agradável, porém na boca tem pouco equilíbrio? Ou visualmente está convidativa e no nariz não apresenta nenhum aroma? Aqui você avalia a bebida como um todo.
- Percepção Final: Lhe agradou? Você compraria novamente essa cerveja? Seria uma cerveja para ser apreciada a toda hora ou somente em ocasiões especiais ou em harmonizações? Fale o que achou dessa cerveja.
Bom, no início pode parecer complicado beber uma simples cervejinha. Mas tenha como base essa parte técnica e ela irá lhe ajudar a expressar seus gostos e preferências e a saber comentar com solidez sobre uma determinada cerveja.
SAÚDE E BONS GOLES PARA VOCÊS !!!
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PUBS INGLESES
Quase todo inglês guarda na memória os domingos em que ficou no casso, no lado de fora do pub, comendo batatinha frita e esperando o pai beber com os amigos, assim como se lembra do primeiro pint (tão marcante quanto a primeira experiência sexual). Para o britânico, começar a frequentar o pub é se iniciar na vida adulta, ter licença para perder a consciência, à medida que a cerveja via descendo na garganta e subindo à cabeça.
A palavra pub vem de public house e a expressão free house depois do nome significa que o pub não tem convênio com nenhuma cervejaria e compra o seu estoque em qualquer lugar. Curiosidade: Londres tem 02 cervejarias, a YOUNGS e a FULLERS.
Os pubs nasceram com os romanos, eram as tabernas, que em latim significa loja onde se vende vinho, que eram construídas ao longo das estradas romanas. Os nativos gostaram da idéia mas como preferiam cerveja (ale) ao vinho, as tavernas inglesas se tornaram conhecidas como alehouse. Hoje beer é um termo genérico e ale é um dos principais tipos de cerveja, aquele feito sem lúpulo*. O termo beer foi introduzido aos poucos para descrever uma bebida fermentada com infusão de lúpulo. Esta distinção não é mais utilizada.
*Ale é um tipo de cerveja produzida a partir de cevada maltada usando uma levedura de fermentação alta. Estas leveduras fermentam a cerveja rapidamente, proporcionando um sabor adocicado, encorpado e frutado. Hoje em dia, a maioria das ales contém lúpulo que ajuda a equilibrar o sabor adocicado e preservar a cerveja.
O pub não vive sem a cerveja, nem a cerveja vive sem o pub e o inglês não vive sem os dois. Território de homens, cachorro entra, criança não e mulher só começou a entrar...... Ontem.
A taverna tinha pó de serragem no chão, fogo na lareira, mesas e bancos rústicos, já as alehouses funcionavam como extensão das casas domésticas e o inn foi constituído para ser pub e pousada. O luxo do pub apareceu no apogeu da sua arquitetura, entre 1880 e 1910, utilizando mogno trabalhado, vidro e espelho bisotados, mármore e veludo. Esse playground criado com decoração rica entre casas pobres, transportava o operário para outro mundo, oferecendo mais uma fuga além do álcool.
As placas, com desenhos na fachada surgiram a séculos, quando a maioria da população não sabia ler e escrever. Os nomes dos pubs geralmente têm fundo religioso, político ou homenageiam personalidades da vida britânica.
Dados do Reino Unido: -Existem aproximadamente 54.000 pubs;
-8 de cada 10 adultos são frequentadores de pubs e mais de 15 milhões de pessoas bebem num pub pelo menos uma vez por semana;
-Mais de 80% dos pubs são pequenos negócios comandados por inquilinos, locatários e proprietários.
Nomes de pub mais populares e quantidade aproximada existente:
Red Lion 759 / Royal Oak 626 / White Hart 427 / Rose and Crown 326 / Kings Head 310 / Kings Arms 284 / Queens Head 278 / The Crown 261
Quanto a organização/propriedade, temos 3 tipos de pubs:
Managed Houses - De propriedade de uma cervejaria ou companhia de pubs e empregam gerentes e equipe de funcionários remunerados (aprox. 9.100).
Tenanted/Leased Pubs - De propriedade de uma cervejaria ou companhia de pubs que recebem o aluguel/franquia do licenciado que gerencia o seu próprio negócio (aprox. 30.300).
Freehouses - São de propriedade e gerenciamento do licenciado (aprox. 17.400).
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